quinta-feira, julho 20, 2006

lml


Hoje eu estava programando (pra variar) e ouvindo DFA 1979 pra animar o espírito, no último volume. Graças ao som alto, a minha avó achou que estava chovendo! Não entendi até agora, mas achei legal. ;-)

sexta-feira, junho 23, 2006

Sandman

Essa noite eu sonhei pelo menos 3 coisas bizarras, todas elas com um tema extremamente computeiro:
  1. Havia um comando telnerd no UNIX, que servia para se contar coisas para nerds!
  2. O processador AMD Athlon64 tem 939 pinos, que servem justamente como um labirinto para uns pequeníssimos demônios, os quais estão presentes em todos os exemplares do chip.
  3. Eu estava postando neste blog. ;-)

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Mousing with the cinema stars

É, pessoas... Infelizmente, não tenho nada de muito profundo pra postar aqui hoje, além de comentar sobre o meu novo mouse.

Eu sempre achei muito interessante que os computadores estejam evoluindo de maneira absurda: hoje em dia é possível comprar um computador poderoso, com grande poder de processamento, boa placa de vídeo, bastante capacidade em disco, memória bla bla bla sem gastar tanto assim. E estou falando aqui de algo que supre as minhas necessidades de computeiro para desenvolver sistemas, navegar pela internet, enfim, coisas do tipo.

Mas algo que parece não preocupar tanto assim os computeiros é o conforto ao operar o computador. Vejo computeiros que gastam uma fortuna em suas supermáquinas, mas usam mouse, teclado e monitor de qualidade inferior.

Bem, para mim, o conforto ao usar o computador é TUDO. Chego a considerar que um processador ligeiramente mais poderoso não vale a pena, sendo que eu poderia estar investindo o dinheiro extra em um teclado melhor, ou um mouse melhor, ou ainda um monitor melhor.

Como, é claro, eu ainda não sou rico, vamos deixar a história dos monitores de lado, pois o meu favorito (Apple Cinema Display de 30 polegadas) ainda está BASTANTE fora do meu orçamento.

De uns tempos pra cá, o meu mouse principal (um Microsoft Intellimouse Explorer 3.0) começou a falhar. É um mouse de que eu gosto muito, bastante confortável e tudo mais. Mas com esse problema, de clicar duas vezes quando na verdade eu só queria uma, por exemplo, estava ficando realmente difícil de usar. Não posso culpar muito a marca ou o mouse propriamente dito, pois ele já tinha 4 anos de uso intenso.

Usuário intensivo de Photoshop (e afins) que sou, resolvi partir para um novo mouse, mais preciso, e que fosse durável, confortável etc etc etc. Escolhi esse Logitech G5. É um produto incrível, nunca vi tanta atenção aos detalhes aplicada a um mouse.

Mas o mais legal dele não são os recursos, a qualidade etc. São as luzes laranjas.

PS: Quem estiver realmente por dentro, deve ter pegado a referência obscura que eu fiz no título do post. ;-)

domingo, dezembro 25, 2005

Viajando no Natal

Este Natal, para mim, muito mais do que um tempo de presentes e consumismo desenfreado, foi sobretudo uma data repleta de reflexão e apreciação das coisas, em especial todas aquelas que dizem respeito aos seres humanos.

O que a humanidade tem de tão especial? Muito daquilo que consideramos tão incrível sobre nossa própria espécie não é característica exclusiva dela. A inteligência, por exemplo, aparece em muitos outros animais, como alguns chimpanzés. Em um determinado período de seu desenvolvimento, anterior à fase adulta, eles chegam a demonstrar inteligência superior à de um humano no mesmo período.

A sociedade também não é exclusividade humana, dado que existem também outros animais que vivem em sociedades, algumas delas extremamente complexas, com os papéis mais variados.

Porém, existe um traço marcantemente humano que é representado pelo símbolo, pelo protagonista que é essa festa do Natal: o menino Jesus. O ícone do Natal é um bebê, e isso tem significados profundíssimos, para os quais peço a atenção até mesmo dos amigos que não são cristãos. O que um bebê teria de tão especial, que os filhotes de outras espécies não têm?

É muito simples: nossos bebês são provavelmente os filhotes mais indefesos e frágeis que existem. E eles o são por um período incrivelmente longo. Porém, é nesta aparente fraqueza que reside a definição da humanidade. Como os bebês são indefesos, e por tanto tempo, é preciso cuidar deles, dar-lhes atenção constante. E eis que por causa disso se organizam as famílias, e em decorrência delas, a cultura. É justamente por isso que temos uma cultura tão vasta, com todas as artes e ciências.

Portanto, que neste fim de ano, e em todo o tempo que há por vir, nós tenhamos em vista que as famílias são o que temos de mais importante, nunca nos esquecendo do menino Jesus, que nos mostra que a nossa força está na 'fraqueza'. Porque isto tudo não é misticismo ou sentimentalismo barato. É a mais pura verdade.

quarta-feira, dezembro 07, 2005

'Zen' nossão

Quando você se encontrar deficiente em conhecimento, não é o momento de procurar aulas e livros, mas sim de ensinar as pessoas ao seu redor.

segunda-feira, outubro 31, 2005

quinta-feira, outubro 20, 2005

Filho do meu pai

Absolutamente DELÍCIA o álbum novo do Wolf Parade, Apologies to the Queen Mary. Assim como 99% das bandas relevantes do presente momento, os caras vêm de Montreal. Fazem um som sem frescuras, sem medo de ser pop, capaz de te levantar o ânimo.
Surge-me a pergunta: o que diabos você está fazendo, perdendo tempo lendo esse blog, e não está ouvindo/googlando etc esse som?

Falando em pai, eu ainda não falei isso pra ele, mas ele está indo hoje pro nordeste, e vai ser complicado pra caramba, por menos que nos falemos durante a semana.

segunda-feira, outubro 17, 2005

Club anti-social

Era uma vez um menino que gostava de uma menina. Aí um belo dia ele soube que ela gostava dele. Na noite que se seguiu à descoberta, ele sonhou que havia mandado um e-mail para ela, se declarando e marcando um encontro. Ele acordou, e como o sonho foi tão real, achou que tinha de fato mandado o e-mail. Então eles nunca se encontraram.

Harry Potter

Estou lendo Harry Potter. É até legal, só que tem muita pottaria. A juventude de hoje está muito mudada.

quinta-feira, outubro 13, 2005

Guaxinim

Uma das coisas que me deixa feliz hoje é o lançamento da nova versão do Ubuntu Linux, a 5.10 (Breezy Badger). Não sei como, mas parece que cada vez mais os caras conseguem deixar essa ótima distribuição ainda mais amigável e "redonda". Vale a pena conferir!